sexta-feira, 11 de outubro de 2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

....25 anos de uma Constituição que nunca tivemos igual....

















http://blog-sem-juizo.blogspot.com.br/2013/10/25-anos-de-uma-constituicao-que-nunca.html#links


"Mas vinte e cinco anos e várias PECs depois, é certo que ainda estamos aquém do texto que os constituintes nos deixaram.
O estado laico, cujo histórico a antecede, permanece como uma promessa não cumprida, diante de um volume intenso de influência religiosa na política.
O poder popular não passa de uma miragem –plebiscitos, referendos, iniciativas cidadãs continuam sufocados pela representação parlamentar que privilegia grupos econômicos em detrimento dos mais vulneráveis.
A moralidade administrativa tateia como o caminho de uma proclamação tardia da República." Marcelo Semer - Juiz de Direito

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Anêmico!




Escapo
Pela poesia
Dessa anemia.


A frustração no capitalismo do desejo



http://www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/201cprecariado201d-a-frustracao-no-capitalismo-do-desejo-7852.html

“Somos todos precários”, afirma Guy Standing ao final de seu estudo sobre essa nova realidade do trabalho, nascida do cruzamento do “proletariado” com o “precário”. Vivemos em um capitalismo do desejo, da informação, das marcas, do projeto, do dinheiro e das finanças virtuais. Neste capitalismo de projeto, o precariado é aquela pessoa aturdida, que gastou suas economias em um perfume propagandeado, mas que não obteve o sucesso social. Ao contrário do excluído tradicional, ele é convidado para a festa – mas batem-lhe a porta à cara. A condição essencial do precariado é a frustração. Ela pode transfornar-se em vontade política de mudança? Não é fácil. Hoje, o precariado opta mais pela teatralidade das protestos mais numerosos que as manifestações tradicionais esquerda ou direita – mas capazes, no máximo, de constranger o Estado, não de transformá-lo."

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Do medo de amar e suas origens



http://outraspalavras.net/posts/do-medo-de-amar-e-suas-origens/

"...Talvez seja muito difícil para nós voltarmos no tempo e sentir o frescor daquele amor que tínhamos com nossos pais. Para a criança, os pais são tudo. O problema é na vida adulta tentarmos fazer do outro tudo para nós. Caímos num amor regredido. O que sentimos é um anseio por amar, o que não é o mesmo que a capacidade de amar. E quando encontramos uma pessoa que corresponde a esse anseio, ficamos obcecados por ela."