sábado, 18 de janeiro de 2014

POETRIX VIRA POESIA - OUTRO VERSO


 
Um verso pleno!
Onde? Como? Quando?
Um verso pra fechar a conta!

Escrever
Se atrever
Antever
Prescrever
Sair por aí
A fazer versos
Como se fosse
Um poeta
Um poeta
Um poeta
Um poeta
Acredito
Eu acredito
E lá vai outro verso
Outro reflexo
Meus amplexos
Meus complexos
Lá vai outro complexo
Pra perder a conta
E fazer de conta
E fechar a conta
Lá vai – outro verso...


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Carro: o cigarro do século 21?



http://envolverde.com.br/saude/carro-o-cigarro-seculo-21/

Até pouco tempo incontestável, o automóvel já não ocupa mais o mesmo lugar no imaginário das pessoas.
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.

POETRIX VIRA POESIA - ÚLTIMO TRAGO



Quero igual
Canção decorada
Dose batizada

Do teu jeito
Quando quiser
O mesmo verso
O mesmo adeus

Do teu jeito
Como quiser
A mesma espera
A dor sincera

Do teu jeito
Se quiser
O último trago
Antes que a luz acabe

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

POETRIX VIRA POESIA - TAÇA VAZIA



                                 imagens Google

Minha lucidez
Fantasma cego
Negação do ego


O que transparece
E se evidencia
Assusta meu dia
Assusta minha razão

Taça vazia

Pega pela mão
Arrasta – me testa
Sem que saiba
Ganhei a aposta

Já não basta a alegria
Nem resolve a ventania
Que revolve
Desequilibra a aliança
E denuncia a íntima

A última mudança

domingo, 12 de janeiro de 2014

POETRIX VIRA POESIA - PAIXÃO



Paixão intensa
Como prender a respiração
Mas ao contrário


A coisa transborda
Conspira
No olho da mina
Na ponta da corda

No sentido oposto
É o bem – é o mal
Que não termina
Num simples final

(E quando acorda
Percebe –
Que o sonho transborda
Para a vida real)

sábado, 11 de janeiro de 2014

POETRIX VIRA POESIA - TATUAGEM



Acordei
Com o sonho
Tatuado na pele!


Ainda indelével
O sonho resiste
Atenta contra a prudência

O sonho tinge o destino
Com suas cores desconhecidas

E marca meu peito
Para que
Quando eu despertar
Na minha realidade amanhecida
Eu ainda saiba...   



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

POETRIX VIRA POESIA - SINA


Sina marginal
Sobrevida à margem
Saudade e coisa e tal...


Saudade vira sina
O poeta ensina

A sobrevida
Do silêncio – à margem
Do silêncio – sem coragem
Do silêncio – pura bobagem

Saudade repetida
Resignada – qualquer nada

Saudade intransigente
Uma barbaridade

Saudade caminho
Eterno espinho

A sobrevida
Do sonho – decorado
Do sonho – limitado
Do sonho – programado

Saudade vira sina
O poeta ensina